23 de mar de 2010

Elias Fausto Pacheco Jordão

Elias Fausto Pacheco Jordão nasceu em São João do Rio Claro, na fazenda do Biry, em 18 de Fevereiro de 1849. Formou-se em Engenharia Civil nos Estados Unidos pela Universidade de Cornell em 1874 (primeiro brasileiro a se formar em engenharia civil nos EUA); três anos após o retorno ao Brasil, casou com sua prima Anna Carolina Pacheco Jordão, em 30 de Maio de 1877, na cidade de Itu.

Após trabalhar na Companhia Paulista de Estradas de Ferro e na Companhia Ituana, em 1892 Pacheco Jordão presidiu a Companhia Balneária da Ilha de Santo Amaro - empresa constituída pelo grupo econômico ligado a firma ''Prado, Chaves e Cia.'', uma das maiores empresas de exportação de café do país - decidiu organizar um conjunto turístico, no local onde hoje se encontra o centro da cidade do Guarujá. Ele desenhou para o Guarujá o que reproduzia, em grande parte, os projetos das novas cidades norte americanas; espelhando-se, de modo especial, em alguns empreendimentos turísticos mais sofisticados da região de Rhode Island.

Pacheco Jordão fundou a Cia. de Turja, para explorar combustíveis; a Cia. Ipiranga Tramways e Construções, para promover melhoramentos no bairro do Ipiranga. Ele também foi um dos fundadores do Partido Republicano Paulista, além de ser uma influente personalidade no interior de São Paulo, tendo sido eleito deputado federal em 1898, falecendo antes de terminar o mandato. Jordão fora sócio em 1895, com Antônio da Silva Prado, da Vidraria Santa Marina.

O fundador de Guarujá faleceu em Paris – França, no dia 26 de Março de 1901 e deixou cinco filhos: Edith Pacheco Jordão, Fausto Pacheco Jordão, Sebastião Pacheco Jordão e Antônio Pacheco Jordão. Em sua homenagem foi batizado o município de Elias Fausto, na microrregião de Campinas pois foi o encarregado pela construção do ramal ferroviário local, além de inúmeras outras obras na época do Império.

(fontes de pesuisa: Prefeitura de Elias Fausto, AEA Guarujá, site Novo Milênio e endereço eletrônico: 'http://pp.fantinel.vilabol.uol.com.br/')

21 de mar de 2010

EE Jacinto do Amaral Narducci




Nova pintura do muro da escola Jacinto do Amaral Narducci, no bairro da Cachoeirinha chama a atenção de todos que passam pela frente daquela instituição. Além ser criativo, agrada aos olhos da comunidade. Parabêns ao artista Morgado e demais responsáveis!!!

20 de mar de 2010

A Cobal Guarujá




COBAL, Companhia Brasileira de Alimentação, fora um órgão estatal criado no Governo de João Goulart em 1962 com o intuito de distribuição e barateamento de alimentos à população. Durante o governo militar a COBAL recebeu grandes investimentos para sua ampliação no país, além de ter criado condições para uma melhor concretização da CEASA (Centro Estadual de Abastecimento).

Em meados da década de 1980 o Brasil abria-se à democracia, controle da inflação e decretava moratória para sua divida externa, onde a COBAL passava a fazer sentido aos principais fundamentos antes criados, principalmente o controle da carestia. Foi também no início de 1980 que é aberta licitação para a construção da COBAL Guarujá pelo prefeito da época Jayme Daije.


Em 1990, no governo do presidente Fernando Collor que pretendia abrir o país aos investimentos estrangeiros, a COBAL foi integrada por lei federal a mais três empresas estatais, a Companhia de Financiamento da Produção (CFP) e a Companhia Brasileira de Armazenamento (Cibrazem), Formando a CONAB. O fechamento de suas instalações foi inevitável e as edificações ficaram abandonadas a Deus dará. Aqui no Guarujá a COBAL funcionou até o início do governo Collor.

Em Maio de 2006, na gestão do Prefeito Farid Said Madi e com investimento 4,8 Milhões do banco Banespa, a área de 9 mil metros quadrados da COBAL Guarujá fora reutilizada para a construção do atual paço municipal, projetado pelo arquiteto Dagoberto Borttocchio. O Esqueleto de concreto e bolor, que outrora denegria a imagem da cidade, torna-se agora um prédio colorido e imponente.

Texto alterado dia 11/09/2010.
(Fote de pesquisa: Jornal A Tribuna, 08/02/1980 e Google News )

Base Aérea de Santos


Com o intuito de defender a região do porto de Santos, ponto estratégico para a nossa economia, e a patrulha da costa litorânea, iniciou os primeiros estudos em 1920 para a construção de uma base aérea. O projeto apresentado pelo deputado federal por São Paulo Dr. César Lacerda de Vergueiro virou realidade com a construção da Base Aérea Naval. Inicialmente cogitada para ser localizada no Sítio Conceiçãozinha em Guarujá, que na época pertencia a cidade de Santos.


(lançamento da pedra fundamental)

Aprovada (pelo Aviso Reservado 42.681, de 5/12/1921) a criação de um aeródromo na região, e contratada a Companhia Construtora de Santos para as obras, ocorreu, em 22/10/1922, a solenidade de lançamento da pedra fundamental do Posto de Aviação Naval; Com a presença do presidente da República, Dr. Epitácio da Silva Pessoa, entre outras autoridades civis e militares. Além de aportar em Santos o encouraçado São Paulo e uma esquadrilha de hidroaviões da Escola de Aviação Naval do Rio de Janeiro.

Apesar do festivo lançamento da pedra fundamental, a obra não foi iniciada, pois, de acordo com o parecer dos técnicos da Companhia Construtora, o local era inadequado e inseguro para tal construção, exigindo grande volume de aterro só na preparação do terreno para a pista de pouso e decolagem das aeronaves. Outra área foi então escolhida, com as mesmas dimensões, junto ao canal de acesso a Bertioga, na ponta da Bocaina, onde existia uma vila à beira-mar. Por Decreto em 6/6/1923 foram feitas as desapropriações necessárias nessa vila e logo em seguida iniciadas as obras, com alguns prédios sendo inaugurados em dezembro de 1924. Em 1925, já estavam concluídas duas bases residenciais, um quartel para praças, fossos e canalização da água e esgoto e um forno de incineração.

A partir de 1934 teve início as atividades do Correio Aéreo Naval no Litoral Sul e o Centro de Aviação Naval da Bocaina tornou a funcionar como uma base subsidiária de serviço aero postal, dando apoio à linha Rio de Janeiro - Rio Grande do Sul, eram utilizados para tal missão aviões Waco-C.O., com flutuadores. Em 1935, houve uma nova reorganização da Aviação Naval e a instalação santista passou a ser denominada Base de Aviação Naval.

Com a criação do Ministério da Aeronáutica (20/1/1941) tal base fora transferida para o novo ministério, agora com o nome de Base Aérea de Santos. Declarado o Estado de Guerra (31/8/1942), a ‘’BAST’’ passou a servir como sede do 13º Corpo de Base Aérea da Aeronáutica, iniciou um serviço de patrulhamento aéreo pelo litoral paulista até o final de 1945.

Em 26/8/1947, o Destacamento teve missão de defender as instalações portuárias e indústrias da Baixada Santista, de atuar na busca e salvamento de aeronaves e embarcações, no transporte de pessoas enfermas e outras atividades. Fora em 1956, com as comemorações do ano de Santos Dumont, que a pedra fundamental da base foi levada para a Bocaina. Fora criado, em 1967, o Núcleo do Centro de Instrução e Emprego de Helicópteros. Este tinha por missão o treinamento de pilotos e mecânicos na utilização de aeronaves de asas rotativas, bem como a execução de missões de busca e salvamento e, por fim, colaborar com as atividades do Exército Brasileiro.

(Bast & Antigo hangar do 1º/11º Gav.)

O Núcleo operou, inicialmente, aeronaves dos tipos SH-19 (Sikorski S-55) e OH-13H (Bell 47G2). Com a extinção do Centro em 4 de junho de 1973, foi ativada a ALA 435 que recebeu a missão de colaborar na manutenção da segurança nacional. Em 1979, a ALA 435 foi transformada em Base Aérea de Santos, tendo sido ativado o 1º/11º GAv, que teve o intuito de formar pilotos e mecânicos de helicópteros, além de busca e salvamento e de operações aéreas. Foram utilizados helicópteros dos tipos UH-1H e OH-13H; equipando-se mais tarde com helicópteros UH-50 Esquilo (Helibrás HB-350).


(Sikorski S-55 / OH-13H)


(UH-1H / UH-50 Esquilo)

Com a reativação da Primeira Força Aérea (I FAE) em 2005, na cidade de Parnamirim, região metropolitana de Natal - RN, o 1º/11º GAv foi transferido para lá (até o final de 2006). Hoje em dia a Base Aérea é um núcleo e existem projetos da criação de um aeroporto metropolitano, onde teria seu acesso facilitado com a construção da ponte que ligaria o município de Guarujá a Santos.

(Fontes de pesquisa: Força Aérea Brasileira, Agência Estado, Wikipédia, Amigos da Base Aérea de Santos e portal Novo Milênio)

16 de mar de 2010

Protesto e faixa com erro de Português





Protesto, no mês de Setembro de 2009, do sindicato dos caminhoneiros na rua do adubo, em Vicente de Carvalho. Faixa com erro de Ortografia, chamaram até a reportagem de televisão (TV Tribuna).

10 de mar de 2010

Influencia Indígena no Guarujá



Os primeiros visitantes da Ilha de Santo Amaro eram índios tupis, foram que deram o primeiro nome à ilha, bem antes dos portugueses conquistarem o Brasil. Os povos Tupi passaram a chamar a Ilha de Santo Amaro de Guaibê ou Guaimbê, devido à grande quantidade de uma planta com o mesmo nome. Até próprio nome da cidade Guarujá (GU-AR-Y-YA) significa ''passagem estreita''; entretanto há uma outra definição para Guarujá, que é GUARU-YA, que em português viraria ''viveiro de rã ou sapos''.

Estes índios não se estabeleceram aqui, permaneciam apenas no entorno da Serra do Mar e no Planalto Paulista, porém vinham para o Guarujá colher sal e peixes, logo algumas praias ganharam nomes típicos como: Guaiúba (Gua-I-Ubá), Perequê, Pernambuco e Sorocutuba (Suru-cotuba) que significam respectivamente: ''vale de pequenas canoas'', ''entrada de peixes'', ''mar com fendas'' e ''monte escorregadio''.

Já do outro lado da cidade, se traduzimos o nome Itapema teremos: ''pedra rasa''. Os bairros Paecará (Paem-acará) e Bocaina viram: ''muitas garças'' e ''entrada do mato'' respectivamente. O Rio Acaraú, que divide os bairros de Vila Áurea e Paecará, tem um nome sugestivo de ''rio das garças''. Também a Rodovia Piaçaguera (mbê-aça-guará) significa na língua tupi ''caminho onde passa o guará (pássaro de mangue)''.

Por último, há outra definição para o nome do bairro Paecará: Na língua tupi ''Po'' exprime superlativo e ''Acuraá'' significa enseada alagadiça, formando Poacuraá, daí o significado de várzea ou enseada extremamente alagadiça. Só que Paem-acará tem mais coerência com o nome do rio Acaraú (rio das garças), animal abundante na região.


(Texto alterado dia 21/06/2013; fonte de pesquisa: Wikipédia, site Novo Milênio, http://www.velhobruxo.tns.ufsc.br/Dcindio & Prefeitura de Guarujá; livro: Guarujá, três momentos de uma mesma história de Angela Omati Aguiar Vaz)

5 de mar de 2010

EE Marechal do Ar Eduardo Gomes




Nós, alunos da E.E Marechal do Ar Eduardo Gomes de Guarujá-SP, com a ajuda de duas grandes professoras: Rosana Santos e Rosana Rafael, participamos e agora compartilhamos desta homenagem feita em Julho 2009.
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